A RAZÃO

 Acreditamos no serviço pelo exemplo, na liderança pela coerência entre o que se diz, o que se pede e o que se faz.

O  Projeto THF nunca foi transformado em qualquer modelo do terceiro setor social porque quisemos pesquisar, estudar e debater soluções existentes e empreender numa solução que permitisse a sustentabilidade de todas as operações mas também uma forma de recuperar a credibilidade do setor social que estimulasse a cooperação entre todos.

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A nossa ambiciosa visão exigiu arriscar novos conceitos rumo à sustentabilidade, assim como criar um modelo empresarial com potencial de crescimento e que alinhado aos critérios ESG (Environmental, Social e Governance) representasse ainda uma elevada aliciante ao investimento.

 

Criámos, com uma equipa dedicada, aquela que é a primeira empresa social em Portugal, a 𝗯𝘆 𝗧𝗛𝗙, para dar uma resposta sustentável ao objetivo primário do Projeto 𝗧𝗘𝗔𝗖𝗛 𝗛𝗼𝘄 𝘁𝗼 𝗙𝗶𝘀𝗵.

Seria à partida mais fácil compreender este conceito como parte do "setor 2 e meio", mas pertencemos ao quarto sector social: uma empresa com fins lucrativos que garantirá uma abordagem sustentável à economia social.

O objetivo será utilizar todo resultado líquido da empresa em programas ao abrigo do Projeto social voluntário THF e com Projetos ou Associações parceiras que tenham a mesma visão focada na pessoa humana e no seu autossustento.

Pretendemos com este modelo de empresa, para já ainda Unipessoal, unir num trabalho de cooperação todas os setores da sociedade e focar a nossa ação na vertente social de áreas chave para esta transformação (como a formação, mentoria, empregabilidade e incentivo ao empreendedorismo), áreas em que assenta o Pilar Europeu dos Direitos Sociais assinado em Portugal em Maio de 2021.


Trabalhamos nesta base por forma a demonstrar benefícios na abordagem e ver em breve concluído o processo de validação do modelo de 'empresa social' em Portugal, que acreditamos que surgirá de forma natural com este primeiro passo que demos na própria constituição da empresa e nos estatutos cuidadosamente definidos.

Pelos exemplos que conhecemos de empreendedores sociais que contactámos, da Grécia à Bulgária, todos estão a avançar com este modelo nas diferentes versões possíveis.

Os maiores desafios que enfrentaram foi exatamente na validação legal e jurídica deste modelo, bem como nos benefícios fiscais e elegibilidade em programas de financiamento social.
Podemos e queremos incluir Portugal no que se designa de "expert groups" no domínio das empresas sociais na Comissão Europeia.

A Comissão Europeia utiliza o termo «empresa social» para abranger os seguintes modelos de negócios:

- O objetivo social ou societário do bem comum é a razão da atividade comercial, muitas vezes na forma de um alto nível de inovação social;
- Os lucros são principalmente reinvestidos para atingir esse objetivo social;
- O método de organização ou o sistema de propriedade reflete a missão da empresa, usando princípios democráticos ou participativos ou com foco na justiça social;

Por estarmos totalmente alinhados nos modelos descritos, e por não existir uma forma jurídica única para as empresas sociais, pretendemos que o registo como empresa privada limitada e ao encontro dos nossos estatutos e propósito social sejamos reconhecidos enquanto empresa com fins lucrativos de utilidade social.

 

Se quiser fazer parte deste caminho de transição para a sustentabilidade e autonomia do setor social junte-se a nós. 

O DESAFIO EXTRA

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